Novo sensor

Go Direct® Air Quality Sensor · GDX-AIRQ

Monitore o ar que a sua comunidade respira

Um único sensor portátil mede material particulado (PM1, PM2.5 e PM10), ozônio, dióxido de nitrogênio, dióxido de enxofre, CO₂ e compostos orgânicos voláteis — com temperatura, umidade, pressão e coordenadas GPS gravadas junto com cada leitura.

Para biólogos, ambientalistas, ONGs, órgãos públicos e escolas que precisam de dados próprios, locais e verificáveis sobre poluição atmosférica.

Sensor Go Direct Air Quality da Vernier para medição de poluentes atmosféricos

Webinar Vernier (em inglês, com legendas automáticas) · 43 min · Colleen McDaniel e Dra. Melissa Hill.

Veja em funcionamento

O que há no ar? Investigações do lugar onde se vive

O ar da sala de aula é mesmo mais limpo do que o do estacionamento ao lado? Seus alunos têm uma opinião — mas têm os dados? No webinar, duas especialistas da Vernier mostram investigações reais de qualidade do ar conectando o dado ambiental à saúde da própria comunidade.

  • Como partir de um caso local e transformar dúvidas dos alunos em perguntas de pesquisa.
  • Como medir particulado, NO₂, ozônio e COV — e o que cada um significa para a saúde.
  • Comparações dentro × fora e o impacto do trânsito gerando dados relevantes.
  • Ligação com conceitos maiores: smog fotoquímico, deposição ácida e o índice de qualidade do ar.

15 canais em um só equipamento

Tudo o que o sensor mede simultaneamente

Não é preciso montar um conjunto de instrumentos separados: um único equipamento registra os principais poluentes atmosféricos, as condições meteorológicas do momento e a posição exata da coleta.

Poluentes

Os indicadores usados em índices de qualidade do ar

  • PM1Partículas ultrafinas de 0,3 a 1 µm
  • PM2.5Partículas finas de 0,3 a 2,5 µm
  • PM10Partículas inaláveis de 0,3 a 10 µm
  • O₃ — ozônio0 a 2 ppm · resolução 0,01 ppm
  • NO₂0 a 2 ppm · marcador de tráfego veicular
  • SO₂0 a 2 ppm · queima de combustíveis fósseis
  • CO₂0 a 5.000 ppm · ventilação e respiração
  • Índice de COV1 a 500 · orgânicos voláteis do ar interno

Condições ambientais

Contexto essencial para interpretar os poluentes

  • Temperatura10 a 40 °C (−10 a 50 °C em curto prazo)
  • Umidade relativa20 a 80% (10 a 90% em curto prazo)
  • Pressão barométricaCorrigida ao nível do mar
  • Pressão de estação260 a 1.260 hPa no local da medição

Posição (GNSS)

Georreferenciamento automático de cada ponto

  • LatitudeGNSS integrado ao sensor
  • LongitudeCada leitura já sai georreferenciada
  • AltitudePermite perfis verticais e mapas

Por que cada poluente importa

Do número no gráfico ao impacto ambiental e na saúde

Os dados podem ser lidos à luz dos padrões de qualidade do ar do CONAMA e das diretrizes da Organização Mundial da Saúde, transformando a medição local em argumento técnico para diagnóstico, denúncia ou política pública.

Material particulado e saúde respiratória

PM2.5 penetra profundamente nos pulmões e é o poluente mais associado a internações respiratórias e cardiovasculares. Medir PM1, PM2.5 e PM10 separadamente permite distinguir queima, poeira de solo e ressuspensão viária.

Ozônio troposférico

O ozônio ao nível do solo se forma sob radiação solar intensa a partir de NOx e voláteis. Comparar dias ensolarados e nublados revela o comportamento fotoquímico típico das cidades brasileiras.

NO₂ e tráfego veicular

O dióxido de nitrogênio é o melhor marcador de emissão veicular. Transectos em avenidas, próximo a escolas ou em horários de pico mostram gradientes claros de exposição.

SO₂ e queima de combustíveis

Indicador de fontes industriais, geração térmica e combustíveis com enxofre — útil em estudos de vizinhança de polos industriais e portos.

CO₂ e ventilação

Em ambientes fechados, o CO₂ mede diretamente a renovação de ar. Em campo, apoia estudos de fluxo de carbono, respiração de solo e microclima urbano.

COV em ambientes internos

O índice de compostos orgânicos voláteis capta produtos de limpeza, tintas, solventes e fumaça — a fração da poluição que mais afeta a qualidade do ar dentro de casas, salas e laboratórios.

Estudante usando o sensor Go Direct Air Quality na beira de uma via para medir poluentes do ar

Investigações no lugar onde se vive

Da curiosidade cotidiana ao dado científico

Investigações ao ar livre são bagunçadas: nem toda variável se controla e o dado nem sempre se comporta. É exatamente esse o ponto — é assim que a ciência real funciona. Quem já mediu o ar na porta da própria escola cria vínculo permanente com o tema.

O sensor acompanha um conjunto de atividades prontas (uso do sensor, ar interno e trânsito × ar externo), com investigações no estilo AP e experimentos alinhados a NGSS — facilmente adaptáveis à BNCC.

Gráfico do Graphical Analysis mostrando PM1, PM2.5 e PM10 subindo durante o preparo de alimentos em fogão a gás

Ar interno e emissões de cocção

Com o sensor na cozinha ou no laboratório, a queima de gás faz o CO₂ subir rapidamente e a fritura em alta temperatura dispara PM1, PM2.5 e PM10. Abrir a janela ou ligar o exaustor derruba os valores? Em quanto tempo?

Gráfico mostrando queda do CO₂ de 1.250 ppm para 900 ppm ao abrir a janela

Dentro × fora: abrir a janela é sempre melhor?

O CO₂ despenca assim que entra ar novo — mas o material particulado costuma subir, trazendo poeira, pólen e partículas do tráfego. Um resultado contraintuitivo que rende argumentação científica de alto nível.

Comparação de PM1, PM2.5 e PM10 medidos em nove locais diferentes

Comparação entre bairros e pontos da cidade

Cinco minutos de estabilização por ponto já produzem uma série comparável entre praia, avenida movimentada, área arborizada e encosta — o método usado na demonstração com nove locais.

Do sensor ao mapa: dados georreferenciados

Como o GNSS grava latitude, longitude e altitude em cada leitura, os dados exportados do Graphical Analysis® podem ir direto para o Google Maps™ ou um SIG como o QGIS. Cada ponto do mapa abre o conjunto completo — CO₂, particulado, NO₂, SO₂, ozônio, índice de COV, temperatura e coordenadas.

É exatamente o fluxo de trabalho de cientistas ambientais e pesquisadores de saúde pública: coletar em campo, mapear, comparar territórios e sustentar decisões com evidência local.

Mapa com os pontos de coleta de qualidade do ar georreferenciados
Pontos de coleta plotados no mapa; cada marcador guarda o conjunto completo de medidas daquele local.
Mapa mostrando um trajeto completo com centenas de pontos de dados de qualidade do ar
Registro contínuo em deslocamento: centenas de pontos formam o traçado completo do percurso monitorado.

Gráficos, mapas e imagem: Vernier Science Education — investigações demonstrativas com o Go Direct® Air Quality Sensor.

Feito para sair do laboratório

Uso em campo, sem depender de infraestrutura

Datalogging remoto

O sensor grava na memória interna sem precisar de celular ou notebook por perto. Deixe-o coletando por horas ou dias e sincronize os dados depois.

GNSS integrado

Latitude, longitude e altitude são gravadas junto com as leituras — a base pronta para mapas de poluição por bairro, rota ou transecto.

Bateria recarregável

Longa autonomia com nível de carga visível no aplicativo. Se acabar, basta conectar o cabo e continuar coletando sem interromper o experimento.

Bluetooth® ou USB

Conecte sem fio ao celular, tablet, Chromebook ou computador, ou use cabo quando preferir estabilidade total.

Robusto para campo

Construção resistente para uso interno e externo, com rosca para montagem em tripé usando o Go Direct Mount — ideal para pontos fixos de monitoramento.

Dados que saem do app

Exportação em CSV e Excel para análise em Origin, R, MATLAB, Python ou QGIS, além de gráficos prontos no Graphical Analysis.

Observação honesta: o equipamento é robusto para uso interno e externo, mas a Vernier não o classifica como à prova d'água. Em coletas prolongadas ao ar livre, recomenda-se abrigo simples contra chuva direta.

Sensor de qualidade do ar Vernier montado em tripé para monitoramento em campo
Itens que acompanham o sensor Go Direct Air Quality

Monitoramento, pesquisa e políticas públicas

Aplicações para professores de ciências, biólogos, ambientalistas e órgãos de monitoramento

Estações de referência são poucas e cobrem áreas amplas. Sensores portáteis permitem adensar a rede, revelar diferenças dentro de uma mesma cidade e gerar evidência local com custo viável para secretarias, universidades, ONGs e comitês de bacia.

  • Mapeamento de poluição por bairro, com pontos georreferenciados e comparação entre áreas verdes, vias expressas e zonas industriais.
  • Transectos de tráfego: medir NO₂ e material particulado ao longo de uma avenida em horários de pico e fora de pico.
  • Comparação entre ar interno e externo em escolas, unidades de saúde, creches e repartições públicas.
  • Monitoramento de entorno de obras, aterros, mineração, portos e polos industriais para relatórios de impacto.
  • Avaliação de exposição em comunidades afetadas por queimadas, fornos, olarias ou queima de cana.
  • Séries temporais de longo prazo em pontos fixos, com coleta autônoma na memória interna do sensor.
  • Estudos de microclima urbano e efeito de áreas arborizadas sobre temperatura, umidade e particulado.
  • Dados exportáveis em CSV/Excel para relatórios técnicos, prestação de contas de editais e publicações.

Para o Ensino Médio

Ciência ambiental com dados coletados pelos próprios alunos

O sensor acompanha três roteiros prontos, alinhados a padrões internacionais (AP e NGSS) e facilmente adaptáveis à BNCC — competências de Ciências da Natureza sobre poluição, saúde, sustentabilidade e interpretação de dados, temas recorrentes no ENEM.

1

Conhecendo o sensor

Os alunos aprendem os canais de medição, a coleta remota de dados e a análise básica dos gráficos.

2

Qualidade do ar dentro da escola

Investigação do ar em salas, laboratórios e refeitórios, culminando em recomendações práticas de ventilação.

3

Trânsito e ar livre

Como o fluxo de veículos afeta a poluição no entorno da escola — medição, comparação e conclusão baseada em dados próprios.

Ideias para feiras de ciências e projetos de iniciação

Comparar ar da escola em dias de queimada · avaliar o efeito da arborização da quadra sobre temperatura e particulado · medir o CO₂ da sala com janelas abertas e fechadas · comparar fogão a gás e elétrico na cozinha da escola · acompanhar o ozônio ao longo do dia em dias de sol forte.

Especificações

Ficha técnica resumida

Taxa máxima de amostragem de 1 amostra por segundo. Exatidões informadas pelo fabricante dos elementos sensores.

CanalFaixa
Material particulado (PM1, PM2.5, PM10)Faixas de tamanho 0,3–1 µm, 0,3–2,5 µm e 0,3–10 µm0 – 1.000 µg/m³
Dióxido de carbono (CO₂)Resolução 1 ppm · exatidão ±(50 + 2,5% do valor) entre 400 e 1.000 ppm0 – 5.000 ppm
Dióxido de nitrogênio (NO₂)Resolução 0,01 ppm · exatidão ±5% · resposta < 25 min0 – 2 ppm
Dióxido de enxofre (SO₂)Resolução 0,01 ppm · exatidão ±5% · resposta < 30 s0 – 2 ppm
Ozônio (O₃)Resolução 0,01 ppm · exatidão ±5% · resposta < 180 s0 – 2 ppm
Índice de COVÍndice de compostos orgânicos voláteis1 – 500
TemperaturaMínimo −10 °C e máximo 50 °C em curto prazo10 – 40 °C
Umidade relativaMínimo 10% e máximo 90% em curto prazo20 – 80%
Pressão de estaçãoTambém fornece pressão barométrica260 – 1.260 hPa
Posição (GNSS)Geotag automático em cada amostraLatitude, longitude e altitude

Compatível com o aplicativo gratuito Vernier Graphical Analysis® em Windows, macOS, Chromebook, iPad e Android, e com o coletor LabQuest® 3. Ficha técnica oficial Vernier.

Vamos montar seu projeto de monitoramento?

Conte o objetivo da medição, o número de pontos e o prazo. Devolvemos uma proposta com equipamentos, acessórios de campo, prazo de entrega e modalidade de compra.